terça-feira, 17 de setembro de 2019


    AMOR, POESIAS E LIVROS.

  SEJAM A ELES, BEM-VINDOS!    

Em um mundo tão convulsionado qual o que vivemos, a literatura, para os que encontram nela momentos de sossegos, ou mesmo represente a via que conduza a outros mundos, àqueles que mais se identifique com as buscas interiores de cada um, talvez encontre em nossa companhia e de pessoas afins, um pouquinho de prazerosos momentos.
Quais as crianças que penetram nos seus encantados mundos infantis, lendo ou ouvindo fabulosas histórias especialmente para elas criadas, também sentimos algo semelhante ao lermos um inspirador Romance ou um Conto, seja ele de qual gênero for.
Nosso Blog é ainda muito jovem e não nos preocupamos demasiadamente em adorná-lo quanto ao seu visual, mas sim e, principalmente, ao seu conteúdo.
Amigo e amiga visitante, temos mais treze páginas, além desta inicial, que podem ser acessadas com um clique em cada uma delas, no menu localizado na parte de acima desta que você está lendo, logo abaixo do cabeçalho - foto e apresentação do blog -. Nelas encontrará os temas que por enquanto temos a lhes oferecer, entre eles, livros de nossa autoria.
Estamos nos primeiros passos das construções de páginas virtuais. Certamente em futuros comparecimentos seus, haverá novidades e esperamos que elas compatibilizem com suas procuras.
Solicito aos que eventualmente desejem postar algum comentário que, por favor, não o façam no anonimato. Será um imenso prazer em conhecê-lo e a ti dirigir os meus sinceros agradecimentos.

                                   Grato a todos.
                                 Jaime D’Aquino.


                     LUTE POR SEUS SONHOS.

Esta postagem é endereçada aos que iniciam suas caminhadas na realização do sonho de escrever, não importa qual gênero preferido.
Existem muitos processos envolvidos no ato de construir um livro. O escritor, sobretudo iniciante, que possa ser um talento desconhecido e que não disponha de instruções relevantes dos princípios que regem a língua, pode ter dificuldades imensas na elaboração de um livro, a despeito de quão notável seja o conteúdo de sua obra.
Por melhor que represente planos de ideias, por mais sublime que sejam roteiros de inspirações, elas precisam ser dispostas de maneira tal que os brilhos originais não se percam ou ofusquem.
A inspiração procede de um dom e escrever bem, não necessariamente com mestria – o que é uma tarefa excessivamente árdua - não depende tão-somente de talento e criatividade, mas, principalmente de conhecimento algo superior ao básico da nossa gramática. O domínio mais abrangente possível dela representa desafios inclusive para os doutores da língua, pois ela é bastante complexa e, como tudo na vida, também evolui constantemente.
Nem sempre é possível ao escritor iniciante, mormente os mais pobres, pagar profissionais para confeccionar a capa de seu livro, revisão de textos e todo um trabalho a fim de deixa-lo concluído da melhor forma possível. Mesmo depois disso muita coisa precisa ser feita. Como vender suas obras? Sem divulgação adequada isso se torna complicadíssimo. Você será um autor independente? Tentará você mesmo ou através de terceiros vender seus livros? É outro caminho árduo, espinhoso!
Estes detalhes, entretanto, não devem desestimular aos que almejam ser um escritor conhecido e até mesmo, por que não, viver de literatura?
É muito difícil, sobretudo no nosso país, por uma série de razões, porém impossível, não. Claro que se isso acontecer contigo prezado escritor, será através de uma conceituada editora e aos encarregados de examinar a sua obra importa apenas que ela seja compreensível na integra, e que vejam nela expressivos potenciais de sucessos como também se enquadre nos tipos de literaturas pelas mesmas publicadas.
O que igualmente representa um complicador a mais é conseguir que uma dessas editoras se proponha a examinar o seu original.
O aconselho, alicerçado em anos de experiência, a começar pelo Clube de Autores. A única coisa que este Clube faz, a princípio, é imprimir, através de gráficas convenientes, seus livros e vende-los, na medida dos pedidos de interessados no que você escreve. Como atrair as atenções do público e tarefa sua e de mais ninguém.
Então o que o Clube de Autores pode fazer por você é quase nada? Não é bem assim! Na verdade de que outra maneira seria possível aos internautas saberem que você existe que tem obras expostas em algum lugar? Há outras opções para isso? Claro que sim, mas já tentou algumas delas? São gratuitas?
Agora a ajuda do Clube se expande se você providenciar o ISBN – International Standard Book Number – um sistema que identifica numericamente os livros segundo o título, o autor, o país e a editora, individualizando-os inclusive por edição. Com o ISBN seus livros poderão também ser vendidos nas livrarias conveniadas ao Clube de Autores quais: livrarias das lojas americanas, livraria cultura, Amazon, submarino, estante virtual, entre outras.
Esmere o mais que puder suas criações por meio de profissionais qualificados em capas, diagramação, revisões e também em um detalhe muito relevante; o (CIP): Dados Internacionais de Catalogação na Publicação. Um pequeno investimento que aumentará sobremaneira suas chances, porém jamais esqueça: o conteúdo de um livro é a sua Alma, sua Essência!
Um dos nossos principais propósitos é orientá-lo. Esforce-se, trabalhe para que sua obra seja conhecida, use todos os canais disponíveis, pois eles são variados, como este Blog, por exemplo, e os sites sociais. Jamais desanime, acredite em você.

                                       Boa sorte.
                                          Jaime D’Aquino.


               BREVE BIOGRAFIA DO AUTOR.

 Jaime D’Aquino sempre residiu no Estado do Rio de Janeiro, Brasil, sua querida terra natal.
Não possui reais ou fictícios títulos de doutor, filósofo, palestrante... Nada que possa induzir seus leitores a vê-lo como uma figura que não é.
Nos contextos das suas obras é exibido pura e simplesmente, o que aprendeu nas escolas da vida, nas superações dos obstáculos por ela oferecidos.
A seu ver, nada é mais genuíno que a fluidez das inspirações interiores. Por meio delas desenvolveu cinco livros, todos escritos há seus tempos certos.
Muitos ensaios permanecem fluindo e, frente a seu computador, após metódicas verificações, os transforma em textos de amor, fé e esperança.

             


         NÃO APENAS DOAVA AMOR, ERA O AMOR!

Poucos, neste mundo, tiveram a graça de testemunhar, e compreender, um ser humano, quais todos aos demais, em espécie, quase não dormir para que seu irmão pudesse repousar; não raro, se privar do alimento para que outros tivessem o que comer.
Parece impossível de crer que alguém tratasse seus semelhantes, sobretudo aqueles com múltiplas necessidades, com mais carinho e amor que a si mesmo.
Sua vigília durava por todo o dia e quase por todas as noites, em prol dos irmãozinhos que estavam sob seus cuidados. Já em idade avançada, próximo dos 78 anos de idade, no leito de morte, doente, frágil, por tanto se doar, antes de fechar os olhos a essa vida, tendo neles o retrato fiel da serenidade e exibindo um doce sorriso nos lábios, quase em um sussurro, agradeceu: obrigado meu Deus ter permitido, enquanto tive forças, compartilhar a sua Luz e o seu Amor!

“Mãe” dos desventurados, iluminado Ser; que seu santo exemplo sirva de inspiração a todos nós, pequeninos transeuntes desta tortuosa estrada!
Homenagem ao Anjo que viveu entre nós, IRMÃ DULCE.




AS SENSAÇÕES DO CORPO, AS EMOÇÕES DA ALMA.

Muitos de nós lamentamos por não possuirmos a devida condição financeira para viajar, conhecer novos lugares, novas culturas, belezas naturais e artificias...
Posar frente à Torre Eiffel, Arco do Triunfo, fotos passeando nos divinos canais de Veneza... Que status saberem que viajamos pelo mundo, até mesmo pelas regiões muito geladas, sendo que todos os eventos devidamente registrados!
Aproveite essa carência e tente prestar atenção; se tem um pequeno jardim na tua casa, o desabrochar de uma flor, os pequeninos pássaros que sugam graciosamente seu néctar, as crianças brincando na rua frente a tua casa, um recém-nascido ao colo de sua mãe.
Escuta o pulsar do teu coração, o ar entrando e saindo de teus pulmões, o processo divino que te faz gente, uma das criaturas de Deus.
Não precisa ir tão longe, o milagre da vida te circunda e suas incontáveis belezas estão diante de teus olhos; abra-os e veja tudo com amor, com o coração.
                                          Jaime D’Aquino 


                                     EGOISMO.

Cultura, educação, gentileza, amizade, fraternidade, Amor... Cada vez mais na vida estes termos, embora as importâncias imensas que eles deveriam ter nas vidas das pessoas, se tornam palavras vazias que sugerem fazer sentido apenas quando existe alguma conveniência em emprega-los, dependendo tão-somente das conjunturas.
Nos pronomes pessoais, EU, TU e ELE, independente dos essenciais instrumentos que representam na gramática, o Eu – primeira pessoa do singular – deseja veementemente ser de fato singular, no mais puro entendimento desta expressão. Parece querer a qualquer preço tornar o Tu e Ele, simples acessórios, coisas que deveriam ou devem existir, como serviçais, orbitarem em suas voltas de prontidão para quando forem requisitados.
O "EUgoismo" é a negação de que nada na natureza, sem exceção, jamais poderá existir sem a interdependência entre todos os elementos que dela fazem parte.
Cultuar o Eu de forma prepotente, doentia, usando o raciocínio e não o extinto, como fazem inúmeras espécies de animais, é a maior tragédia que existe desde o aparecimento do homem, unida a peculiaridade dele em disseminar o ódio, a discórdia, pois a paz, o amor parece não ter correspondentes em seu coração.
De certo não é ainda para o homem entender que ele apenas será feliz, quando todos seus semelhantes forem felizes, que todo o bem que ele poderá desfrutar nas suas vidas depende dos bens equitativamente distribuídos.
É muito conhecida uma máxima que prega: quando não se aprende pelo amor, de aprende pela dor e ela continua por ai, rondando a todos, inexoravelmente.
O homem aprenderá sem dúvida quando se sentir, desprezado, repelido e, mesmo a beira do fim, como dói sentir o que fez seus semelhantes sentirem, o preço que paga por ter sido mais um egoísta na face desta terra.
Que valor poderá ter todos os bens do mundo, sem a paz no coração?
                             
                                  Jaime D’Aquino.


                         CULPA DA NATUREZA?

Estava no dia 28 de maio de 2019, portanto, há pouco tempo desta postagem, no meu computador, escrevendo o meu atual livro, intitulado, Helena, quando, exatamente, às 19h19min, a luz começou a oscilar com picos alarmantes, e rapidamente desliguei a chave geral da casa, a fim de evitar algum dano à instalação elétrica e nos aparelhos à ela conectada. Por prevenção salvo a cada linha que vou escrevendo, pois, do contrário, posso perder boa parte das inspirações que me chegam e imediatamente as anexo à obra.
Logo após começou uma ventania avassaladora que soube depois, já estava acontecendo em boa parte da região do Rio de Janeiro, onde, então, me encontrava, e que foi a origem do Black out que sucedeu as perigosas oscilações elétricas e que durou por mais de vinte e quatro horas, ao menos na área onde resido.
Eventos da natureza quais a estes e semelhantes estão se tornando frequentes no mundo com as agravantes de aumentos bruscos de suas intensidades, e são raras as regiões que ainda não foram, de algum modo, por elas atingidas.
Certos incautos cientistas argumentam que são processos cíclicos naturais e que ocorrem periodicamente. Aconteceram no passado, acontecem agora e acontecerão indefinidamente.
Já a “ciência séria” tenta provar por A+B que o homem e, unicamente ele, é o responsável por essas sucessões de trágicos cataclismos mundiais, ao menos nestes cem últimos anos.
Desmatamentos irresponsáveis, falta de acordos, efetivos no controle das emissões de poluentes na atmosfera, falta de educação de legiões de pessoas, ao jogarem nos rios e mares, todos os tipos de detritos, que se somam os bilhões de toneladas deles, atiradas nas bacias hidrográficas de todo o mundo pelas fábricas diversas, veículos marítimos e etc. O aumento da densidade demográfica, cada vez mais crescente, o que torna crítica à produção de alimentos para tantos que dele necessitam; a ganância desmedida e uma série de outros fatores, sempre tendo o homem por causa, estão, paulatinamente, arrastando as condições de vida insuportáveis e já não difícil a quaisquer pessoas vislumbrar que, se nada for feito para se por um termo nestas causas, tudo indica que em breve haverá o pleno caos sem retorno, a extinção da vida neste mundo por enquanto, ainda encantador.
Há pouquíssimo tempo vi em manchetes de vários telejornais sobre as recentes tragédias recaídas sobre diversas áreas do Rio de Janeiro, motivadas pela abundante chuva e ventanias de grande intensidade. Entendi como curioso o comentário de uma especialista em clima, explicando em uma entrevista que o sistema brasileiro de prevenção a impetuosidades naturais, é muito deficitário. Disse ela: “não adianta efetivamente sabermos o que está se formando na atmosfera da região do Rio de Janeiro, para podermos alertar a população sobre as áreas de maiores riscos, se não sabermos como está à situação atmosférica em São Paulo, Minas Gerais..., Pois tudo são fatores interligados e a perfeita previsão de um, depende do conhecimento do que ocorre, nos outros”.
Irônico porque sabemos que mesmo se fosse perfeita a previsão de chuvas torrenciais e os locais exatos aonde elas iriam se incidir, amenizaria ao menos as situações nas incontáveis e conhecidas áreas, não exatamente de riscos, mas de terríveis catástrofes?
Essas áreas que apenas aguardam os momentos certos destas calamidades sobrevirem sobre elas, poderiam ser reduzidas ao mínimo se as criminosas negligências das autoridades competentes não acontecessem, mas certamente elas se sucedem e não é por falta de informação de coisa alguma, mas sim por descaso ou quaisquer outras razões por trás de tudo isso.
Salta aos olhos, as assustadoras expansões destas áreas em todo o país, a constatação de ser improvável que todo esse estado de coisas tenha um termo e que certamente continuará, enquanto os homens, que poderiam ao menos tentar soluções para estes problemas, forem como são.
Estes eventos voltarão a ocorrer sempre, ceifando muitas vidas, causando vultosos danos materiais e psicológicos, irreparáveis que afetam de alguma forma, toda a sociedade.
Nada, absolutamente nada se faz a não serem promessas e mais promessas nas campanhas eleitorais.
Não culpemos a generosa natureza por nossos egoísmos, nossas pobrezas de espírito.
                            Jaime D’Aquino.